Pacto
do Porto
para o Clima

CONTEXTO

Cidade

O Porto é o epicentro de uma região com mais de 1,7 milhões de habitantes – a Área Metropolitana do Porto.

É o 4.º município mais populoso e o 3.º mais densamente povoado do país.

A cidade é cada vez mais atrativa para viver, estudar e acolher negócios.

Concentra uma em cada cinco startups a nível nacional e é um polo de geração, captação e fixação de conhecimento, fruto do elevado número de universidades e centros de investigação.

O Porto é um ecossistema de inovação e sustentabilidade ambiental na área da ação climática, economia circular e proteção do património natural.

Alterações climáticas

A estabilidade do sistema climático global está em risco como resultado da elevada concentração de Gases com Efeito de Estufa (GEE) na atmosfera global. Urge um alívio destas emissões para evitar consequências imprevisíveis ao nível dos sistemas natural, económico e social. A União Europeia tem sido líder: os Estados Membros devem fixar a meta de 55% de redução em 2030 e a neutralidade em 2050. A nível nacional, a Lei de Bases do Clima de 2021, estabelece uma redução das emissões de pelo menos 55% até 2030, 65% até 2040 e 90% até 2050. A redução da emissão de GEE exige medidas ambiciosas e elevado investimento público e privado mas representa, em simultâneo, uma oportunidade para a competitividade, o emprego e a justiça social.

0 %

Emissão de carbono na cidade proveniente dos sectores dos edifícios, residencial e serviços

0 %

Emissão de carbono na cidade proveniente do setor dos transportes

0

Emissão total
de carbono na cidade
em 2004 
(kton. eq.)

O caminho rumo à neutralidade carbónica do Porto é exigente e convoca uma ação coletiva para benefícios coletivos. A neutralidade no Porto só poderá ser atingida com ações concretas levadas a cabo por todos os atores, independentemente da sua dimensão, da sua ação prévia ou personalidade jurídica.
O Município do Porto acredita que uma visão e meta comuns para a descarbonização podem contribuir para que todos os atores caminhem no mesmo sentido, tendo em vista o cumprimento de um desígnio comum.
Por isso, com o Pacto do Porto para o Clima pretende-se despertar a ação dos cidadãos e organizações e criar uma grande comunidade de aprendizagem, partilha e apoio mútuo. A subscrição do Pacto é voluntária, não vinculativa e sem custos.
A ambição é que o Porto seja a líder, a nível nacional, na ação climática, antecipando a neutralidade carbónica.

85%

Ambição municipal de redução das emissões de carbono (em relação a 2004) até 2030.

48%

Redução das emissões de carbono (em relação a 2004) que a cidade do Porto atingiu em 2019.

Promotor

O Promotor Pacto do Porto para o Clima é o Município do Porto.
O Município do Porto faz desde 2008 a monitorização das emissões de Gases com Efeito de Estufa (GEE), através da Agência de Energia do Porto, e tem preconizado uma redução de 60% de GEE até 2030.
O papel do Município do Porto na descarbonização da cidade tem sido sistemático, mas limitado, já que os ativos municipais são apenas responsáveis por 6% das emissões totais de GEE. A maioria das emissões de GEE na cidade provém dos sectores dos edifícios, residencial e serviços (~50%) e dos transportes (~40%). Resulta daqui a importância da ação coletiva que o Pacto do Porto para o Clima procura.

2007

Agência de Energia do Porto

2009

Adesão ao Pacto dos Autarcas
(- 45% GEE até 2030)

2019

Adesão do Porto ao Pacto dos Autarcas para o Clima e Energia
(- 50% GEE até 2030)

Porquê?

Por todos os motivos e mais algum.
O Pacto permite aos signatários:

  • Demonstrar liderança e compromisso pelo desenvolvimento económico e social da cidade.
  • Colaborar em rede de atores ambiciosos com objetivos comuns, potenciando oportunidades. 
  • Obter reconhecimento na área da sustentabilidade e ação climática.
  • Avaliar os resultados das medidas propostas para a descarbonização.

Quem?

Quem quiser.
O Pacto pode ser subscrito por qualquer pessoa ou organização, independentemente da dimensão, ação prévia ou personalidade jurídica. Ao subscrever compromete-se a:

  • Estabelecer e partilhar ações concretas para redução de emissões.
  • Envolver as suas redes no processo de redução de emissões de GEE do Porto.
  • Colaborar com os governos local e nacional para definir um quadro de trabalho favorável.
  • Monitorizar e comunicar o progresso das medidas implementadas na redução das emissões.

Como?

Simples.
Basta consultar o Pacto do Porto para o Clima e, estando alinhado com os seus princípios, preencher e remetê-lo para: pactoparaoclima@cm-porto.pt

A adesão é voluntária, não vinculativa e sem custos.

Quando?

Quando quiser. 

A adesão ao Pacto do Porto para o Clima pode ser feita em qualquer momento. 

SUBSCRITORES

O Pacto do Porto para o Clima foi concebido para nos servir a todos, com o fim último de defender o sistema climático global, porém subsiste em grande parte com base na adesão verificada entre as diferentes entidades com atividade no Porto.
Assim, orgulhamo-nos do elevado número de subscritores que, com confiança e sentido de compromisso, aceitaram alinhar-se pelos princípios definidos neste documento.

TESTEMUNHOS

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A Lipor preconiza um quadro de evolução até 2030 assente em 4 eixos:
• Menos Resíduos, privilegiando um modelo circular de Negócios;
• Menos Carbono, convergindo para a descarbonização e a transição energética;
• Mais Clima, potenciando o compromisso com a adaptação às alterações climáticas;
• Mais Biodiversidade, incrementando a promoção da biodiversidade.
Estas são as bases da nova Estratégia LIPOR 4M - menos Resíduos, menos Carbono, mais Clima, mais Biodiversidade para alcançar a redução de 30% das emissões de GEE até ao ano 2030.

A LIPOR e os seus Municípios acreditam que o conhecimento, a mobilização e a cooperação são essenciais para o atingimento da neutralidade carbónica. Na nossa área de atuação, ao dar uma nova vida aos resíduos estamos também a contribuir para esta nova visão de futuro, tendo em vista o cumprimento de uma causa comum.

Dr. José Manuel Ribeiro,
Presidente do Conselho de Administração da LIPOR
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Substituição de 3086 lâmpadas convencionais por tecnologia LED. Instalação de 384 painéis fotovoltaicos. Substituição dos caixotes de lixo por baterias de ecopontos. Eliminação de plásticos de utilização única. Instalação de dispensadores de água. Utilização de papel reciclado em ofícios e fotocópias. Criação de dois pontos de carregamento de veículos elétricos. Adesão à “Rede Campus Sustentável” (2020) e receção do Bio-Selo (FAPAS, 2020).

A FLUP associa-se ao Pacto do Porto para o Clima, na medida em que tem vindo a desenvolver igualmente diversas ações de idêntica intervenção e porque considera que esta é uma causa que tem de envolver todos os cidadãos e as instituições que têm responsabilidades sociais na sua missão de caráter público.

Cândida Ribeiro
Diretora da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, 2022
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O VIVA Lab como Laboratório de Fabricação Digital da Cidade do Porto procura inspirar a comunidade local a aprender e a inovar através do Fazer, para que juntos possamos mudar o nosso mundo para melhor! Através dos nossos projetos, procuramos demonstrar de que forma circuitos fechados, produção local, geração de valor, educação ambiental e design aberto podem tornar o Porto numa cidade Circular.

Assinamos, pois acreditamos que terá um maior impacto na sociedade local ao empoderar a comunidade a impulsionar soluções inovadoras para economias circulares, tanto a nível local como global. Damos acesso a uma rede global de competências e ferramentas para criar soluções de impacto para o mundo.

João Leão
Co-fundador e Diretor de Inovação & Sustentabilidade no VIVA Lab
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A DECO tem implementado um conjunto de medidas de redução de consumo de energia e água nas suas estruturas regionais e sede. Tem promovido a aquisição de materiais e produtos sustentáveis certificados e incentivado os seus colaboradores na redução de resíduos. No que concerne à mobilidade, fornece aos colaboradores um passe de transporte coletivo mensal gratuito, incentivando-os, também, a realizar reuniões à distância.

Portugal é um dos países europeus mais vulneráveis aos impactos das alterações climáticas. As autarquias locais, mais próximas dos consumidores, são as que melhor conhecem a sua realidade e as que conseguem implementar medidas para proteger os cidadãos e os ecossistemas de forma mais eficaz. A DECO, enquanto voz dos consumidores, aderiu a este Pacto por considerar que este grande desígnio da antecipação da neutralidade carbónica deve convocar a todos.

Vasco Colaço
Presidente
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Destacamos a nossa horta urbana, as iniciativas Paper Free School, Plastic Free School e Sharing is Caring, a disponibilização de carregadores rápidos para carros elétricos, e o próprio edifício, o primeiro no sector da educação, a obter o certificado LEED – Leadership in Energy & Environmental Design – de nível Gold em Portugal que inclui: 3 lagos artificiais que recolhem e redirecionam as águas da chuva para reaproveitamento na rega dos nossos jardins de baixa manutenção, combates a incêndios e águas sanitárias; sistemas de baixo consumo de ar condicionado; iluminação inteligente; utilização de produtos sem químicos nocivos; a reciclagem e reaproveitamento de mais de 90% de resíduos da obra. De entre os vários projetos em que a Porto Business School está envolvida no sentido de colaborar com as organizações na sustentabilidade, destacamos o Sustainable Act – um projeto financiado pelo Compete 2020 de capacitação das PME para que se tornem mais sustentáveis e incorporem na sua estratégia os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável propostos pela ONU.

Na PBS assumimos com espírito de missão o nosso compromisso no Pacto do Porto para o Clima. Comprometemo-nos a reforçar e criar novas ações transversais, internas e externas, para desenvolver a responsabilidade socioambiental das organizações e indivíduos. Assumimos ainda o compromisso de estabelecer metas concretas para a redução de emissões dos gases de efeito de estufa e envolver a nossa comunidade de alunos e organizações para que estes sejam parte ativa na jornada da descarbonização. Estamos conscientes do desafio que é a neutralidade carbónica, mas a sua inevitabilidade e inquestionáveis benefícios para o futuro responsabilizam-nos a capacitar a nossa comunidade para ser mais resiliente, próspera, justa e consciente dos limites do nosso planeta.

Ramon O’Callaghan
Dean 2022
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No âmbito da ação climática, já adotámos várias medidas como a promoção da mobilidade suave; instalação de iluminação de baixo consumo; transição para frota com veículos híbridos e elétricos; reaproveitamento de energia térmica dissipada; reforço da utilização de soluções de climatização passiva; prioridade no controlo operacional na gestão de IE e recurso a painéis solares para produção de AQS.

O compromisso do FC Porto para com a proteção do planeta é antigo e o desafio da Câmara Municipal para assinar o Pacto do Porto para o Clima foi assumido com todas as responsabilidades inerentes para contribuir para que a nossa cidade seja exemplar neste domínio.

Pinto da Costa
Presidente FC Porto, 2022
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A Universidade Lusófona do Porto atua na área do ambiente e da ação climática através da formação especializada de Engenheiros do Ambiente e de Proteção Civil e de I&D. O seu Núcleo de Educação para o Clima – NEDUC agrega estudantes e docentes, com a missão de promover a educação ao serviço da proteção do clima, disseminar conhecimentos, estudar soluções e desenvolver projetos de defesa do ambiente.

A vida é um sistema de relações, afirma Grimaldi, e Coccia lembra que contra a ciência, nós cavámos um abismo entre as diferentes espécies. Porque somos parte de um mundo que todos integramos e do qual dependemos, a defesa da biodiversidade, dos ecossistemas, dos direitos de humanos e não-humanos é essencial. Assinar o Pacto do Porto para o Clima é participar na proteção da cidade e numa causa vital.

Isabel Babo
Reitora da Universidade Lusófona do Porto, 2022
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A estratégia do i3S inclui um Plano de Redução Energética com conversão de iluminação para LED e uma gestão inteligente da iluminação; um Plano de Aproveitamento de Águas freáticas e pluviais para rega e autoclismos; a Promoção de Iniciativas Comunitárias como o Greenlab que visa a redução de resíduos da investigação e a mobilidade verde, através da sensibilização para boas práticas individuais.

Queremos ser um instituto mais resiliente, mais consciente e mais eficiente. Estamos empenhados em contribuir ativamente para que o Porto antecipe as metas de neutralidade carbónica da Comissão Europeia e assuma assim a liderança nacional nesta matéria.

Cláudio Sunkel,
Diretor do i3S
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A U.Porto quer ser leading player na promoção dos 17 ODS da Agenda 2030 e é membro da Casa Comum da Humanidade, rede que preconiza a governação global dos recursos naturais da Terra. A Universidade está também a reforçar a sustentabilidade do seu campus (eficiência energética, valorização de resíduos, mobilidade sustentável, práticas eco-friendly, expansão de áreas verdes, etc.) e tem em curso diversos projetos científicos para combater as alterações climáticas.

O Pacto do Porto para o Clima é uma oportunidade para a Universidade colocar a sua massa crítica, recursos científicos e inovações tecnológicas na área do ambiente ao serviço do desenvolvimento sustentável da cidade, em particular dos seus objetivos de neutralidade carbónica.

António de Sousa Pereira
Reitor da Universidade do Porto, 2022
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A Misericórdia do Porto promove projetos de melhoria da eficiência energética e redução do consumo de água e outros recursos naturais. Em paralelo, continua a investir na utilização de fontes renováveis de energia e no encaminhamento dos resíduos produzidos para valorização, numa lógica de economia circular e consequente redução de impacto ambiental dos seus processos na comunidade.

Este Pacto reforça o compromisso organizacional da Misericórdia do Porto em promover a sustentabilidade da sua atividade, com uma particular atenção para a ação climática. Assim, pretende contribuir de forma integrada na resposta aos impactos das alterações climáticas, pela cidade do Porto.

António Tavares
Provedor da Santa Casa da Misericórdia do Porto, 2022
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No âmbito da ação climática, a ESE de Paula Frassinetti compromete-se a sensibilizar a sua comunidade académica para conhecer o Pacto do Porto para o Clima, auscultá-la e incluí-la nas tomadas de decisão tendo em vista alcançar os objetivos do Pacto, bem como integrar essa dinâmica no próximo Plano Estratégico institucional, no âmbito da iniciativa mais geral dedicada à Educação Global.

Cuidar uns dos outros e do planeta: desafios da educação global.

José Luís Gonçalves
Diretor, 2022
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O Eng. Ilídio Pinho têm na sua génese a proteção ambiental. Atualmente, desenvolve a empresa AMENER, dedicada à eficiência e gestão inteligente da energia das cidades reduzindo em mais de 70% a emissão de CO2, pioneira na promoção de cidades inteligentes em Portugal e a EcoAmbiente, contribuindo para a neutralidade carbónica enquanto zela pela limpeza das cidades e florestas.

Ao assinar o Pacto do Porto para o Clima, assumo o compromisso social da Fundação Ilídio Pinho e das empresas em que tenho responsabilidades, IP Holding, Amener e EcoAmbiente, em contribuir para a proteção ambiental, num esforço que deve ser partilhado por todos os cidadãos.

Ilídio Pinho
Presidente da Fundação Ilídio Pinho
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A Bird opera no Grande Porto desde 2020, oferecendo uma solução para reduzir o tráfego automóvel. As viagens nas 3.250 trotinetes elétricas substituíram 48% de viagens de carro, poupando a emissão de 30 toneladas de CO2. As nossas equipas utilizam veículos elétricos, carregados com energias renováveis, para recolher, recarregar e rebalancear as trotinetes, poupando a emissão de 12 toneladas de CO2 e reduzindo a nossa pegada de carbono para perto de zero.

É com grande orgulho que reafirmamos o nosso compromisso de reduzir o número de viagens de carro no Porto com os nossos veículos elétricos, descongestionando o tráfego automóvel e contribuindo para atingir a necessária neutralidade carbónica na cidade.

Bernardo Janson
Country Manager Bird Portugal, 2022
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O combate às alterações climáticas é uma prioridade transversal às operações da Domus Social, traduzida em medidas concretas que vão da ação à sensibilização. Entre as medidas executadas, destacam-se a implementação de soluções construtivas sustentáveis através de medidas de eficiência energética nos edifícios, a adoção de frota automóvel elétrica, a desmaterialização dos processos, e a realização de ações de sensibilização para questões relacionadas com consumos sustentáveis e boas práticas ambientais.

A Domus Social está alinhada com uma visão integrada da sustentabilidade que se materializa agora no "Pacto do Porto para o Clima". O nosso compromisso é com os portuenses de hoje e de amanhã. Queremos proporcionar-lhes uma vida com qualidade, numa cidade cada vez mais verde, num Porto cada vez mais sustentável.

Pedro Baganha
Presidente do Conselho de Administração da DomusSocial, EM, 2022
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A CCH atua no reconhecimento do clima estável como Património Comum da Humanidade, como o suporte jurídico necessário para ser possível restaurar e manter um clima estável. Como única organização portuguesa acreditada pela UNEP trabalha numa escala global, e contribuiu para a Lei do Clima, onde consta o objetivo de reconhecimento pela ONU do Clima Estável como Património Comum da Humanidade.

O caminho da sustentabilidade só é possível se for feito a todos os níveis de atuação. O Pacto do Porto é um exemplo único de promoção de uma ação coordenada local coletiva, com impacto e potencial replicativo global.

Paulo Magalhães
Presidente da Direção da Casa Comum da Humanidade
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Para a Metro do Porto, contribuir para a descarbonização é um grande objetivo. As novas linhas em construção permitirão, de resto, tirar 17 mil carros das ruas todos os dias e, com isso, diminuir as emissões de CO2 (dióxido de carbono) em 4 mil toneladas por ano. Projetos como estes foram, aliás, sujeitos a um Estudo de Impacto Ambiental que atesta bem o cuidado da empresa com esta matéria.

A Metro do Porto tem o maior orgulho em aderir ao Pacto do Porto para o Clima. O respeito pelo meio ambiente, através de uma mobilidade sustentável, constitui uma das nossas preocupações centrais. O Transporte Público é a espinha dorsal da descarbonização de uma cidade. Para além da dimensão ambiental, ao nível das externalidades ambientais positivas, pelo efeito líquido no balanço de emissões de CO2 para a atmosfera, uma operação ferroviária no contexto urbano, escalando as soluções de mobilidade coletivas.

Tiago Braga
Presidente do Conselho de Administração
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Há mais de 20 anos os arquitetos, urbanistas, paisagistas e designers do Grupo CoBe mantêm um compromisso no seu know-how e ética de uma forma transparente como contributo para um desenvolvimento sustentável, com vista ao bem-estar da sociedade e dos seus intervenientes.

Como criadores do 'ambiente de vida' e líderes de uma agência à escala europeia, empregamos a nossa criatividade e perícia, num espírito de partilha, em resposta aos desafios do desenvolvimento sustentável, da inclusão e do multiculturalismo.

Thierry, Jean-Michel and Martin
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A Associação Nacional de Coberturas Verdes tem como objetivo a promoção das infraestruturas verdes nas cidades, principalmente aquelas que se podem instalar em edifícios (novos ou pré-existentes) como são as coberturas verdes, evidenciando a sua enorme importância, e os inúmeros contributos que podem dar para que seja possível criar territórios urbanos saudáveis, sustentáveis, biodiversos e resilientes.

Após o Projeto Quinto Alçado do Porto, a ANCV junta-se novamente à Câmara Municipal do Porto no sentido de criar uma cidade líder na neutralidade carbónica e ação climática. Vamos fazer com que a Natureza seja considerada um material obrigatório de construção, e seja promovida pelos edifícios!

Paulo Palha
President
ANCV Board, 2022
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A Altice Portugal incorpora a proteção do ambiente como um dos eixos fundamentais da sua atuação estratégica. Assumiu o compromisso de contribuir para uma economia neutra em carbono, baseada na ciência para atingir emissões líquidas de GEE, até 2050. Destaque para o investimento em redes de nova geração, o alinhamento com a conservação da biodiversidade e a adesão à “Business Ambition for 1.5ºC” (COP26).

O caminho rumo à neutralidade carbónica do Porto é exigente e convoca uma atitude de união em prol de um bem comum maior: a sustentabilidade do País. A Altice Portugal identifica-se plenamente com este propósito acreditando na importância de partilhar conhecimento e boas práticas.

Alexandre Fonseca
Presidente Executivo da Altice Portugal, Março 2022
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A parceria com o Projeto Geração+, da Lipor, resultou na Certificação com o “Galardão Coração Verde”. O Programa de Apoio à Promoção da Educação para a Saúde distinguiu-nos com o selo Escola Saudável de nível Avançado. No Programa Porto de Futuro, da CMP, com o Projeto SEI estabelecemos parceria com o CIIMAR desenvolvendo ações ambientais. A Fundação de Serralves colaborou com a oferta de árvores.

O “Desenvolvimento Sustentável” compromete-nos com seriedade e rigor na melhoria da qualidade de vida. Assumimos como pilares de ação a economia circular e a reflorestação do espaço verde, formando crianças e jovens com competências para caminharem rumo à neutralidade carbónica.

Lisete Almeida
Diretora, 2022
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A Escola realiza diversas ações de sensibilização, no âmbito da educação ambiental. Estando em curso um conjunto de atividades inseridas em projetos nacionais e internacionais de reconhecida importância. A escola participa ativamente em alguns desses projetos dos quais destacamos: Eco Escolas, Jovens Repórteres para o Ambiente, Escola Azul, Academia Ponto Verde, Geração+, Erasmus e eTwinning.

A Terra é a nossa casa e a natureza somos todos nós. As nossas ações de hoje decidirão o futuro e a sobrevivência da humanidade. A Escola aderiu à iniciativa da CM Porto e subscreveu o Pacto para o Clima, no exercício do seu dever/direito de cidadania, enquanto organização responsável socialmente.

Fausto Ferreira
Diretor-Geral, 2022
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A Associação Smart Waste Portugal assume a economia circular como tema prioritário da sua atividade, estando consciente de que este poderá constituir-se como uma estratégia conducente à descarbonização. O trabalho em cooperação, através da redução da extração de matérias-primas virgens e da produção de resíduos e sua deposição em aterro, abre portas à minimização dos impactes das alterações climáticas.

A Associação Smart Waste Portugal assina o Pacto do Porto para o Clima, pois acredita que é em conjunto, trabalhando as temáticas da economia circular nos mais variados setores (resíduos, construção, plásticos, alimentar, entre outros), que conseguiremos atingir a neutralidade carbónica nesta região.

Aires Pereira
Presidente da Direção, Março 2022
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Conquistar desafios Inspira-nos!

O Colégio Júlio Dinis subscreve o Pacto uma vez que acredita que é na soma de pequenas ações que se começam a tratar problemas globais. O nosso compromisso é trabalhar para alicerçar um espírito reflexivo e crítico na abordagem às questões da sustentabilidade ambiental, estimular parcerias com instituições, com vista a uma melhoria do aproveitamento dos recursos e incentivar o desenvolvimento prático dos saberes construídos.

Marco Carvalho
Diretor
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Não Sabemos o que é o Futuro, mas Vamos Lutar por Ele!
Somos a Escola! O melhor recurso para a mudança!
Todos contribuirão para a cidade ser líder nacional.
Este desígnio potencializa a saúde e desafia-nos.
Queremos soluções inovadoras para uma Realidade Verde.

Isabel Sá Costa
Presidente CAP, 2022
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Os eco-delegados são eleitos para representar os seus camaradas e reúnem-se regularmente para propor ações ligadas à proteção do ambiente. Desde 2020, instalamos uma central fotovoltaica composta por 258 painéis solares, em parceria com a empresa VOLTALIA, que permite uma economia considerável na fatura de eletricidade e reduzir a nossa pegada de carbono.

O desenvolvimento sustentável é uma das prioridades da Educação Nacional Francesa e do Liceu Francês Internacional do Porto. Desde o jardim-de-infância até a Terminale, trabalhamos diariamente para informar os nossos alunos sobre os desafios das alterações climáticas.

Patrick Lemière
Diretor da escola
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O Agrupamento de Escolas Rodrigues de Freitas, integrado no coração da cidade do Porto, é um agrupamento enquadrado no programa TEIP, Territórios Educativos de Intervenção Prioritária, frequentado por alunos do pré-escolar ao 12.º ano. É objetivo formar cidadãos conscientes e responsáveis. No sentido de aumentar a literacia ambiental e formar jovens conscientes e ativo para com o ambiente a escola participa no projeto Eco-Escolas, e particularmente no projeto "O Ar que eu respiro". Com este projeto os jovens ficaram a conhecer os principais poluentes atmosféricos, que afetam a qualidade do ar e a sua saúde. As medidas a tomar para minimizar a exposição ao ar poluído e promover bons hábitos para reduzir as emissões desses poluentes e conseguir um bom ar.
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ICBAS O Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS) da U. Porto permite a formação de alunos com uma perspetiva holística da saúde (interface humano/animal/ambiente - conceito Uma Saúde). Promove, em colaboração com outras entidades, a pesquisa interdisciplinar e sinérgica, e contribui para a articulação de uma resposta técnica e adaptativa a problemas de saúde atuais e complexos.
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A Vintage for a Cause é uma marca de economia circular com propósito de inclusão social que visa reduzir o desperdício têxtil, envolvendo e aproximando desde empresas têxteis, designers, consumidores e criando oportunidades de empregabilidade e participação cívica para mulheres acima dos 50 anos fora da vida ativa. Através de cadeia de valor mais curta, local e inclusiva pretende influenciar todos os stakeholders para modelos de produção e consumo. Até ao presente, para além de ter capacitado acima das 300 mulheres, a iniciativa desviou cerca de 2 toneladas e meia de resíduos têxteis com consequentes poupanças de recursos naturais como água e não emissão de carbono.

Acreditamos que não há desenvolvimento sustentável sem cooperação nem partilha de responsabilidade e por isso a ativação local de todos os agentes económicos, sociais e políticos é essencial.

Helena Silva
Diretora Executiva
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Na Corticeira Amorim, estamos empenhados em crescer garantindo a segurança e o bem estar de todos, o desenvolvimento das nossas Pessoas, a gestão eficiente dos recursos, a proteção do equilíbrio dos ecossistemas e a circularidade dos processos e da economia. Desenvolvemos produtos e soluções de baixo carbono que contribuem para a mitigação das alterações climáticas e estamos conscientes do nosso contributo positivo em toda a cadeia de valor. Todos os dias trabalhamos para reduzir o impacto ambiental das nossas atividades e para promover o desenvolvimento sustentável em toda a nossa esfera de influência.

Na Corticeira Amorim reconhecemos a relevante capacidade mobilizadora de iniciativas como o Pacto do Porto para o Clima neste objetivo de todos de mitigar e combater as alterações climáticas e, por isso, nos associamos, testemunhando a nossa liderança e o nosso compromisso.

António Amorim
Presidente e CEO
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O Grupo Porto Editora implementou em todas as suas unidades produtivas e empresariais várias medidas de uso eficiente de recursos, de tratamento de resíduos e de promoção da neutralidade carbónica. São eixos de atuação que consideramos prioritários para uma ação efetiva no combate aos efeitos das alterações climáticas e de construção de um futuro mais sustentável. O recurso a energia renovável permite-nos produzir cerca de 18 % do consumo elétrico total anual e evitar a emissão para a atmosfera de cerca de 344 toneladas de CO2 por ano. Paralelamente, a eficiência energética dos edifícios permite reduzir ainda mais a nossa pegada carbónica. Promovemos, de igual modo, o uso eficiente de água e o combate ao desperdício, através de ações de sensibilização e medidas implementadas em todo do Grupo. O tratamento rigoroso dos resíduos que advêm do processo de impressão é outra prioridade, com especial atenção para a reciclagem de papel e o encaminhamento adequado de outros materiais de produção. A unidade gráfica do grupo tem a certificação ambiental há mais uma década. Adicionalmente, enquanto ator central no setor da Educação, o Grupo Porto Editora promove ações de sensibilização das comunidades educativas para as questões ambientais, sendo frequente a referência em livros escolares e infantojuvenis de questões relacionadas com o combate às alterações climáticas e a defesa dos objetivos para o crescimento sustentável definidos pelas Nações Unidas.

O Grupo Porto Editora adere ao Pacto do Porto para o Clima com compromisso, encarando-o como mais um pilar essencial na sua missão de responsabilidade social e empresarial por um futuro melhor para todos.

Vasco Teixeira
Administrador, 2022
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A Escola Superior de Saúde de Santa Maria (ESSSM) tem-se comprometido, nos últimos anos, em criar iniciativas que possam dar resposta às consequências das alterações climáticas, bem como em proporcionar, junto da sua comunidade académica, uma maior consciencialização para a importância na educação ambiental. Desta forma, a ESSSM tem contribuído, através de várias medidas, para que o desenvolvimento sustentável seja uma realidade, como: a colocação de torneiras inteligentes e dispensadores de água filtrada; instalação de lâmpadas LED em toda a Escola, e painéis solares; desmaterialização do arquivo e a colocação de limite de impressões por colaborador; colocação de ecopontos em cada departamento e corredores da instituição e incentivo aos estudantes para a partilha de boleias sobretudo para locais de estágio. Assim sendo, a ESSSM tem o maior orgulho em aderir ao Pacto do Porto para o Clima pois acredita que só trabalhando em conjunto poderemos alcançar as metas estabelecidas pelos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela ONU na “Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável: Transformar o nosso Mundo”.

Não há planeta B, mas podemos ajudar a construir o planeta P, de Porto e de Pacto do Clima. Nós somos P.

José Manuel Silva
Presidente, 2022
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Declaração pela Sustentabilidade da Região Demarcada do Douro: Assinatura de todos os decisores políticos que integram a Região Demarcada do Douro (RDD) Hackathon Douro & Porto 2021: Inovação e desenvolvimento sustentável do sector vitivinícola da RDD. Instalação de sensores Internet of Things (IoT): Disponibilização, na RDD, de informação em tempo real de temperatura e humidade atmosféricas.

O Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto, I.P. encontra-se alinhado com este compromisso, onde o Vinho do Porto constitui um ícone agregador, ativo indissociável pela sua dimensão económica e social na Região Demarcada do Douro, a mais antiga região vitícola demarcada e regulamentada do mundo.

Gilberto Igrejas
Presidente, 2022
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As dimensões ESG assumem uma centralidade crescente na estratégia da NOS, refletindo-se nas medidas implementadas pela Empresa no âmbito da ação climática. A NOS é uma das quatro empresas portuguesas que viu as suas metas de redução de emissões aprovadas pela Science Based Targets initiative (SBTi), a organização internacional que avalia e aprova metas de redução do setor empresarial, em linha com a ciência climática. Estas metas incluem, até 2030, reduzir em 90% as emissões de gases com efeito de estufa (GEE) na operação própria e em 30% na cadeia de valor, em relação a 2019. Desde o início de 2022 que 100% da eletricidade necessária à operação da NOS é proveniente de fontes renováveis, estando em curso a eletrificação total da sua frota. Para compensar as emissões que ainda não consegue evitar na sua frota, a NOS está a levar a cabo um projeto de reflorestação de zonas do interior do País devastadas pelos incêndios.

A tecnologia desempenha um papel de liderança na resposta aos principais desafios que o nosso Planeta enfrenta. Reconhecemos a nossa responsabilidade no desenvolvimento urgente de ações rumo a uma sociedade ambiental e socialmente mais equilibrada. A adesão da NOS ao “Pacto do Porto para o Clima” representa mais um passo nesse sentido.

Miguel Almeida
CEO, 2022
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A FAPAS – Associação Portuguesa para a Conservação da Biodiversidade desenvolve, especialmente, ações de educação ambiental do público em geral e ações de formação de professores nas quais a problemática das alterações climáticas está sempre presente. No terreno, a FAPAS está a renaturalizar a Quinta de Chão de Carvalhos, onde tem a sua sede.

O clima sempre variou ao longo da história da vida na terra, mas nunca tão rapidamente como agora, de tal modo que a fauna e a flora não têm tempo de se adaptar. Perdem-se espécies e a ganham-se outras, em muitos casos, invasoras. Por isso é importante firmar compromissos sérios para travar estas alterações.

Nuno Gomes Oliveira
Presidente da Direção, 2022
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A Associação de Estudantes da FDUP assume, no âmbito da ação climática, medidas que pretendem contribuir para a neutralização deste desafio global. Deste modo, evita o consumo exagerado de energia, separa lixos orgânicos e recicláveis, faz um controle de beatas para que as mesmas sejam devidamente colocadas no lixo e adere a iniciativas que visem a consciencialização ambiental.

A proteção ambiental é um dos maiores desígnios da sociedade moderna, sendo cada vez mais indispensável contribuir para a manutenção do meio ambiente no seio da comunidade académica.

Miguel Peixoto Parente
Presidente, 2021/2022
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Em 2019 alcançámos e ultrapassámos o objetivo definido pela KPMGI para 2020 de reduzir em 10% as emissões de CO2 per capita (FTE) em comparação com 2016 (KPMG Global Climate Response). Na verdade, as emissões de CO2 per capita (FTE) em Portugal caíram 45% nesse período. Para esta década (2020-2030) a KPMGI definiu novas e ambiciosas metas para a redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE). Como resultado foi definido um novo compromisso global de nos tornarmos uma organização net-zero carbon até 2030 (Our Impact Plan). Para atingir este compromisso foram definidas 3 grandes metas (Our Impact Plan): Reduzir as emissões de gases de efeito estufa (diretas e indiretas) em 50% entre 2019 e 2030; Fornecimento de eletricidade 100% renovável até 2022; Compensar quaisquer emissões restantes que não podemos remover das nossas operações e cadeia de abastecimento, investindo em projetos de remoção de carbono (carbon offsets).

É com enorme entusiasmo que a KPMG assina o Pacto do Porto para o Clima, através do qual materializamos o empenho para ajudar a cidade a evoluir, não só com a neutralidade carbónica dos nossos escritórios no Porto mas também inspirando outros a seguirem o nosso caminho, porque o sucesso, cada vez mais, já não se mede apenas pelo lucro, mas mais pelo seu impacto positivo na sociedade.

Vítor Ribeirinho
CEO/Chairman, 2022
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Analisamos o valor que produzimos de uma forma holística e, por isso, desde 2019 trabalhamos 100% online, procuramos fornecedores locais e fornecemos recomendações aos nossos clientes com a sustentabilidade como referência. Porque nenhuma organização é demasiado pequena para colaborar, nenhuma pessoa é insignificante para contribuir e todos somos poucos para reverter o efeito negativo que causamos sobre o planeta.

Assino o Pacto do Porto para o Clima com orgulho em saber que a nossa cidade tem este posicionamento exemplar e é uma obrigação e uma satisfação colaborar com as soluções bang.software da Planeta Virtual, como gestor e como cidadão. Obrigado Porto.

Reinaldo Ferreira
Vice-Presidente, 2022
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O Colégio D. Dinis tem o objetivo de contribuir para a construção de uma sociedade resiliente, equilibrada, justa e sustentável. Através de estratégias pedagógicas ativas, a comunidade educativa é incentivada - climática numa dimensão contextualizada, para que reflita e sobretudo atue criticamente perante a complexidade do fenómeno.

Sentimo-nos muito honrados por participar nesta missão liderada pelo Município do Porto. Estamos muito empenhados em conduzir a nossa comunidade educativa na reflexão, problematização e construção de soluções mobilizadoras em torno da agenda climática.

Daniela Cunha
Diretora Pedagógica, 2022
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A preocupação ambiental é transversal a todas as ações da Liga Portugal, quer nas vertentes pedagógicas internas quer nas iniciativas externas. Controlo de ruído, apelo constante à reutilização de águas e à adoção de energias renováveis, uso de materiais reutilizáveis e separação de lixos são realidades concretas e motivo de incentivo à adoção de melhores práticas pelas Sociedades Desportivas e por todos os agentes associados ao Futebol Profissional. Também a Arena, futuro edifício sede da Liga Portugal, cumprirá a certificação energética de Classificação A, recorrerá a painéis solares fotovoltaicos, e, em paralelo, otimizará o consumo de energia através de sensores de movimento e iluminação LED de baixo consumo.

Aderir ao Pacto do Clima, associando-se à Camara Municipal do Porto afigura-se, para a Liga Portugal, como a materialização do seu compromisso moral e ético. Ser parceiro deste desafio configura um pacto efetivo entre duas Instituições que já pugnam pela defesa do ambiente e se preocupam com o legado a deixar às gerações vindouras.

Pedro Proença
Presidente, 2022
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A AICCOPN, enquanto associação representativa das Empresas do Setor da Construção e do Imobiliário, tem a responsabilidade de atuar em prol da proteção do clima e do meio ambiente e incentivar e sensibilizar os seus Associados para a sua importância e emergência. A consciência de que a nossa atuação condiciona o futuro do planeta, está presente nos procedimentos e atitudes que desenvolvemos enquanto organização, salientando-se a redução/eliminação do uso do plástico, a diminuição do consumo de água e de papel, a gestão eficiente e controlada da energia, a separação dos lixos e a reciclagem. Na vertente associativa, a AICCOPN dispõe, desde 2016, da Marca R.U.-I.S. – Reabilitação Urbana Inteligente e Sustentável que, entre outros, visa promover a sustentabilidade e as boas práticas construtivas e ambientais no exercício da atividade das Empresas, bem como incutir nos Consumidores a importância das suas escolhas, neste contexto. Promovemos ainda neste âmbito ações de formação e fóruns de discussão no intuito de sensibilização generalizada.

A construção e desenvolvimento de um mundo mais verde e mais sustentável deve estar no foco de qualquer organização, na medida em que é primordial assegurar a continuidade do nosso futuro, enquanto sociedade e enquanto mundo empresarial. O nosso comprometimento encontra-se refletido no exercício das nossas ações, na sensibilização das Empresas Associadas e no envolvimento e partilha de sinergias com entidades públicas e particulares com responsabilidades nesta temática.

Manuel Reis Campos
Presidente
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As temáticas ligadas ao desenvolvimento sustentável assumem um papel central no Plano Estratégico 2020-2024 do Groupe BPCE - que a Natixis em Portugal integra -, e são seguidas por todas as linhas de negócio e entidades do grupo. Nesse sentido, foi definido um eixo Green a nível global, focado não só em temas ambientais, como também em métodos e estratégias sustentáveis que conduziu a algumas das seguintes medidas na Natixis em Portugal: procedemos à eliminação de plástico descartável nas máquinas de café e água, instalação de redutores de pressão de água, redução do número de impressoras e introdução de papel reciclado, bem como, aquisição de frota de veículos elétricos e criação de uma aplicação mobile para gestão da mesma. Destacamos ainda a instalação de uma horta urbana nos nossos terraços (cuja colheita é 100% doada a instituições de solidariedade locais e cuja manutenção conta com a colaboração de 70 voluntários colaboradores Natixis) e onde ocorrerá, muito em breve, a instalação de hotéis de abelhas; e a obtenção de Certificação EDP Eletricidade Verde, o que nos permite usar energia 100% renovável no nosso edifício. Estamos também a proporcionar formas de mobilidade mais sustentável aos nossos colaboradores, através da instalação de carregadores para bicicletas e trotinetes elétricas e do estabelecimento de parcerias que oferecem benefícios no aluguer ou aquisição de viaturas de mobilidade elétricas.

Acreditamos que o impacto das empresas na comunidade é indissociável do caminho para o desenvolvimento sustentável. Na Natixis em Portugal, orgulhamo-nos de integrar de forma ativa e consciente o Pacto do Porto para o Clima, contando, como até aqui e sempre, com o envolvimento dos nossos colaboradores nas iniciativas e nos projetos que promovemos internamente e na comunidade, perpetuando e inspirando a missão de qualquer cidadão para ser responsável. Pela sociedade e pelo ambiente.

Etienne Huret
Diretor Geral da Natixis em Portugal
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Reconhecendo a importância que as alterações climáticas terão no ambiente construído, a UFP tem vindo a focar parte da sua investigação na caracterização do edificado, por forma a avaliar o potencial impacto de desastres naturais em Portugal. Este tipo de informação é fundamental para o desenvolvimento de medidas de mitigação do risco, que poderá ser agravado devido às alterações climáticas.

A Universidade Fernando Pessoa reconhece a importância do estudo e da investigação da interação do Homem com o seu meio envolvente, e das consequências da ação do clima na vida e na organização da sociedade, reforçando o seu compromisso com a assinatura do Pacto para o Clima.

Salvato Trigo
Reitor
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Em 2021 aprovámos o Plano Estratégico de Energia (PEE) da Ascendi onde explicitamos os eixos da nossa atuação:
i. melhoria de eficiência na utilização de energia - iluminação das vias por LED;
ii. a substituição de energia fóssil por renovável - compra de eletricidade 100% renovável;
iii. a eletrificação progressiva da frota interna através da eletrificação progressiva da frota e pontos de carregamento nas suas instalações;
iv. autoprodução de eletricidade 100% renovável nas instalações da Ascendi (incluindo a nova sede no Porto) e para produção fotovoltaica no futuro ao longo das vias concessionadas e;
v. a redução de emissões indiretas de âmbito 3 (que inclui os veículos que circulam na rede Ascendi) - alargamento da oferta de pontos de carregamento elétrico nas áreas de serviço da rede e desenvolvimento futuro de carregamento também de H2 para veículos pesados.

Ao assumir o Pacto do Porto para o Clima, a Ascendi reforça o seu compromisso na manutenção e desenvolvimento de uma relação ética e responsável com a comunidade e com as regiões onde exercemos a nossa atividade.

Luís Silva Santos
CEO
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A CESAP encontra-se já há alguns anos a promover uma política de economia de recursos e de sustentabilidade ambiental. Promoveram-se assim ações de eficiência energética, substituindo todas as luminárias existentes por LED, e de eficiência hídrica, instalando equipamentos mais eficientes. Implementou-se também a reutilização de papel e a digitalização dos processos, reduzindo assim os consumíveis.
A CESAP está empenhada no combate às alterações climáticas, quer seja através da investigação e da pedagogia, promovidas na sua Escola Superior Artística do Porto, quer nas suas práticas de funcionamento corrente. A economia dos recursos é um dever de todos no atual panorama de emergência climática.

Manuel Fernando da Costa e Silva
Presidente da Direção, 2022
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As alterações climáticas são um tema que nos deve preocupar a todos. Como tal o Boavista Futebol Clube não se coloca de parte nesta luta de todos. Tentamos, dentro das nossas possibilidades, para um futuro melhor do nosso planeta – casa de todos nós – dar passos na proteção do ambiente. Na nossa pequena casa – o Estádio do Bessa: • Reduzimos o consumo energético, trocando toda a iluminação interior para lâmpadas mais eficientes. Num futuro próximo faremos o mesmo com a iluminação exterior do estádio; • Procuramos um parceiro para aproveitar a cobertura do estádio com energia solar; • Aproveitamos um lençol freático e, com regas controladas, reduzimos significativamente o consumo de água; • Procuramos formas mais eficientes de climatizar o edifício; • Incentivamos a separação de resíduos; • Incentivamos o aproveitamento de desperdícios (tais como cortes de relvado) em conjunto com a empresa de manutenção.

“Para o presente e para o futuro – a preto e branco – queremos apenas a nossa bandeira e as nossas camisolas. Para a nossa cidade e para nosso planeta; o Verde é a nossa ambição.”

Vítor Murta
Presidente da Direção
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O AEAN promove uma educação impulsionadora de comportamentos e ações que visam consciencializar os seus alunos para as problemáticas das alterações climáticas. O tema aglutinador da Educação para a Cidadania e Flexibilização Curricular para este ano letivo 2021/2022 é: Agir para…? Neste contexto, as turmas desenvolvem competências a nível da educação ambiental e do desenvolvimento sustentável.

Através do ensino mudam-se os comportamentos humanos, contribuindo assim para uma humanidade mais consciente e informada acerca do planeta em que vivemos. Por isso, a educação deve ser o motor das mudanças, dos comportamentos que poderão inverter o processo provocado pelas alterações climáticas.

José António Gomes
Presidente da CAP, 2022
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A OERN considera o desenvolvimento sustentável da região um assunto prioritário e por isso promove um plano de ação alinhado com a Agenda 2030, e definiu critérios ESG (Environment, Social, Governance) na sua gestão, promovendo na sua atividade ações para uma utilização responsável de recursos, a economia circular, a eficiência e transição energética, e a inovação. Disponibilizamos ações de formação, sessões técnicas, e conferências em várias áreas de sustentabilidade e dinamizamos iniciativas com envolvimento dos Engenheiros e várias partes interessadas, pois há futuro onde há Engenharia.

A OERN associa-se ao Pacto do Porto para o Clima, na medida em que este vai ao encontro da missão da Ordem, no sentido de contribuir para a partilha de conhecimento entre Engenheiros e os vários stakeholders incluindo empresas, academia e a própria comunidade.

Bento Aires
Presidente, 22 – 25
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A FORESTIS está fortemente comprometida com a adoção e disseminação de práticas capazes de gerar impacto positivo no ambiente e clima. A implementação da Certificação da Gestão Florestal Sustentável e a promoção da Educação Florestal, são exemplos do nosso contributo para a consciencialização das gerações futuras e para a adoção de boas práticas nos espaços florestais, com particular relevo para a proteção dos solos e o incremento da fixação de carbono. Internamente, a implementação de políticas de uso de transportes públicos para os colaboradores e a internalização de comportamentos que estimulam a economia circular, através da reciclagem de resíduos e equipamentos, constituem práticas sustentáveis que contribuem para a redução da pegada ecológica da FORESTIS e incentivam a mudança de comportamentos.

A subscrição do Pacto do Porto para o Clima vem reforçar o compromisso que a FORESTIS tem com a defesa da floresta, da árvore e do clima, há 30 anos, através da consciencialização e da colocação em prática de projetos que permitem caminhar rumo à neutralidade carbónica.

Rosário Alves
Diretora Executiva, 2022
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O Coliseu Porto Ageas reconhece-se nas preocupações defendidas pelo Pacto do Porto para o Clima e por isso quer assegurar a transição para um conjunto de práticas sustentáveis e ambientalmente comprometidas. Enquanto símbolo emblemático da cidade, o Coliseu Porto Ageas pode e deve fazer passar esta mensagem para os seus colaboradores, clientes e públicos. Para isso, promove hábitos conotados com a salvaguarda ambiental e a eficiência energética:
• Ecopontos individuais para separação de resíduos
• Consumo de água da torneira filtrada e eliminação de garrafas e de copos de plástico
• Reciclagem de papel, embalagens e tinteiros e aquisição e utilização de materiais reciclados
• Uso de detergentes biodegradáveis
• Substituição das lâmpadas existentes por alternativas de baixo consumo
• Colocação de sensores de movimento nos wc e zonas de acesso para iluminação
• Colocação de sensores nos wc para redução de fluxo de água nas torneiras
• Criação de um bicicletário para incentivar ao uso de transporte alternativo

A preocupação com a sustentabilidade ambiental é tão mais importante quanto reflete uma genuína preocupação da equipa, e bem assim dos muitos profissionais que nos visitam, fazendo crer que é tempo do Coliseu se juntar aos muitos teatros e recintos culturais que já adotam uma ação “verde” no seu funcionamento.

Mónica Guerreiro
Presidente da Direção do Coliseu Porto Ageas, 2022
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A FADEUP tem vindo a implementar medidas regulares e consistentes no sentido da melhoria da eficiência energética (e.g., substituição das lâmpadas convencionais por tecnologia LED), da redução do consumo de água (e.g., instalação de sistemas de controlo nos chuveiros e dispensadores de água) e da promoção da redução e reutilização de resíduos (e.g., separação do lixo e articulação com centros de reciclagem), para além de procurar sensibilizar a sua comunidade para a adoção de boas práticas individuais. No futuro, irá intensificar o recurso a fontes renováveis de energia (e.g., aumento do número de painéis fotovoltaicos) e à promoção dos valores da ética ambiental.

A FADEUP subscreve e associa-se ao Pacto do Porto para o Clima na expetativa de que tal contribua para que venhamos a ter uma cidade exemplar na neutralidade carbónica e ação climática, entendendo este desígnio como um imperativo para todos nós.

António Manuel Fonseca
Diretor, 2022
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O Mundo enfrenta preocupantes desafios económicos, sociais e ambientais. Os Governos e os cidadãos devem articular estratégias que permitam criar um novo modelo global para eliminar a pobreza, promover a prosperidade e o bem-estar universais, protegendo o ambiente e combatendo as alterações climáticas. Objetivos definidos pelo P.PORTO: i. Assumir, na sua prática diária, o compromisso para o desenvolvimento sustentável em todas as suas vertentes – ambiental, social e económica –, numa abordagem holística;
ii. Promover, na comunidade académica, e, no público em geral, a literacia na área da sustentabilidade;
iii. Incorporar a componente da sustentabilidade em todo o seu trabalho e oferecer a todos os seus estudantes e colaboradores formação e espaços de debate, promovendo uma cidadania ativa e responsável;
iv. Fomentar a educação e a investigação transdisciplinares na área do desenvolvimento sustentável, nas vertentes ambiental, social e económica, disponibilizando-as ao serviço da sociedade e do bem comum;
v. Divulgar, o mais amplamente possível, todas as suas iniciativas e as boas práticas ligadas à área da promoção do desenvolvimento sustentável, tanto interna como externamente;
vi. Promover e apoiar redes colaborativas na área da sustentabilidade com o objetivo de colaborar em projetos de investigação e/ou educativos;
vii. Criar parcerias com outras áreas da sociedade, com o objetivo de planear e de implementar estratégias concertadas de intervenção na área do desenvolvimento sustentável;
viii. Promover a transferência de tecnologia com potenciais impactos na área do desenvolvimento sustentável.

O Pacto do Porto para o Clima determina e evidencia a agregação de vontades de um conjunto de agentes comprometidos com os objetivos e orientações estratégicas desenhadas para o desenvolvimento sustentável da Cidade, da Região e do País, as quais se centram em cinco pilares: Pessoas, Prosperidade, Planeta, Paz e Parcerias. Em compromisso com este Pacto, o P.PORTO será um elemento ativo na procura de caminhos que permitam apoiar a construir uma nova e renovada realidade, assente na mais pura e nobre missão de uma instituição do conhecimento, tendo em vista fazer sempre um futuro melhor.

Paulo Ferraz
Administrador
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O Mundo enfrenta preocupantes desafios económicos, sociais e ambientais. Os Governos e os cidadãos devem articular estratégias que permitam criar um novo modelo global para eliminar a pobreza, promover a prosperidade e o bem-estar universais, protegendo o ambiente e combatendo as alterações climáticas. Objetivos definidos pelo P.PORTO: i. Assumir, na sua prática diária, o compromisso para o desenvolvimento sustentável em todas as suas vertentes – ambiental, social e económica –, numa abordagem holística;
ii. Promover, na comunidade académica, e, no público em geral, a literacia na área da sustentabilidade;
iii. Incorporar a componente da sustentabilidade em todo o seu trabalho e oferecer a todos os seus estudantes e colaboradores formação e espaços de debate, promovendo uma cidadania ativa e responsável;
iv. Fomentar a educação e a investigação transdisciplinares na área do desenvolvimento sustentável, nas vertentes ambiental, social e económica, disponibilizando-as ao serviço da sociedade e do bem comum;
v. Divulgar, o mais amplamente possível, todas as suas iniciativas e as boas práticas ligadas à área da promoção do desenvolvimento sustentável, tanto interna como externamente;
vi. Promover e apoiar redes colaborativas na área da sustentabilidade com o objetivo de colaborar em projetos de investigação e/ou educativos;
vii. Criar parcerias com outras áreas da sociedade, com o objetivo de planear e de implementar estratégias concertadas de intervenção na área do desenvolvimento sustentável;
viii. Promover a transferência de tecnologia com potenciais impactos na área do desenvolvimento sustentável.

O Pacto do Porto para o Clima determina e evidencia a agregação de vontades de um conjunto de agentes comprometidos com os objetivos e orientações estratégicas desenhadas para o desenvolvimento sustentável da Cidade, da Região e do País, as quais se centram em cinco pilares: Pessoas, Prosperidade, Planeta, Paz e Parcerias. Em compromisso com este Pacto, o P.PORTO será um elemento ativo na procura de caminhos que permitam apoiar a construir uma nova e renovada realidade, assente na mais pura e nobre missão de uma instituição do conhecimento, tendo em vista fazer sempre um futuro melhor.

Paulo Ferraz
Administrador
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O Grupo Ribadouro promove projetos de eficiência no âmbito da sustentabilidade, trabalhando com os alunos através de metodologias que estimulam a ligação à vida pessoal e quotidiana e à interação dos saberes curricularmente prescritos. Estamos a participar no UC Challenges for Global Sustainability que visa sensibilizar e mobilizar estudantes pré-universitários para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. A meta é clara: um mundo melhor até 2030.

O Grupo Ribadouro orgulha-se de integrar na sua missão educativa um forte contributo para a literacia dos temas emergentes da mudança de comportamento na área da sustentabilidade e da ação climática. A subscrição do Pacto do Porto para o Clima é uma excelente oportunidade para fazer parte desta mudança, rumo a um desígnio comum: tornar a nossa cidade mais resiliente, competitiva, justa, participativa e neutra em carbono.

José Paulo Malheiro
Direção Titular, 2022
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A GO Porto transferiu as suas instalações para o Edifício S. Dinis, cuja requalificação teve como prioridade a eficiência ambiental, hídrica e energética, sendo que aguarda atualmente a certificação LEED. Além disso, a sua frota automóvel é constituída por veículos elétricos e plug-in. Está também em curso, a implementação de um Sistema de Gestão Integrado, para certificação das normas relativas ao Ambiente, Segurança e Saúde no Trabalho e Responsabilidade Social.

A GO Porto assume o compromisso de adotar as melhores práticas ao nível da sustentabilidade, através de uma gestão socialmente responsável e inclusiva, que permita melhorar o ambiente da cidade e a qualidade de vida das pessoas.

Pedro Baganha
Presidente do Conselho de Administração, 2022
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O desenvolvimento sustentável faz parte da missão do ISEP, e neste sentido, temos adotado medidas que contribuem para garantir um modelo integrado de gestão assente no respeito pela vertente ambiental, económica e no fomento da responsabilização social. Das muitas ações desenvolvidas neste âmbito destacamos as seguintes: a campanha ‘Agir Local, Pensar Global’, iniciada em fevereiro de 2019 e que nos permitiu ser a primeira Instituição de Ensino Superior do país, a obter a certificação Coração Verde; a participação como membros institucionais fundadores do Pacto Português para os Plásticos; a contratação de energia elétrica 100% verde e o investimento em eficiência energética no campus; assim como a digitalização de processos que conduziram a uma redução drástica no consumo de papel e impressões.

A associação do ISEP ao Pacto do Porto para o Clima vem reforçar o nosso compromisso com a sustentabilidade na vertente climática. Pretendemos contribuir de forma integrada na prossecução das metas ambientais da nossa cidade.

Maria João Viamonte
Presidente do ISEP, 2022
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Mitigar os impactos da crise climática é uma tarefa monumental e é vital que todos tomem medidas urgentes e imediatas. De forma a atingir as metas do Acordo de Paris, a Deloitte lançou o WorldClimate, uma estratégia global para impulsionar escolhas climáticas responsáveis dentro da nossa firma e em toda a sua esfera de influência. A Deloitte está comprometida em tomar medidas mensuráveis e decisivas sobre as alterações climáticas, capacitando os seus profissionais e envolvendo o ecossistema mais amplo para criar soluções que facilitem a transição para uma economia de baixo carbono. A meta de redução de gases de efeito estufa (GEE) de curto prazo da Deloitte foram validadas pela iniciativa Science Based Targets (SBTi) como metas baseadas na ciência alinhadas a 1,5°C e incluem:
• Reduzir as emissões de GEE absolutas diretas e indiretas no consumo de eletricidade em 70% até 2030
• Reduzir as emissões de GEE nas viagens de negócios em 50% por FTE até 2030
• Envolver os principais fornecedores com o objetivo de conseguir que 67% estejam alinhados com os objetivos do SBTi até 2025.
As metas adicionais da Deloitte para 2030 para reduzir as emissões incluem também:
• Fornecimento de energia 100% renovável nos edifícios
• Conversão de 100% da frota para veículos híbridos e elétricos
• Criar soluções climáticas inovadoras ao nível dos sistemas e operações, O próximo passo da Deloitte será avaliar as metas de redução de emissões de longo prazo seguindo o padrão SBTi para continuar a nossa jornada no encalce de um mundo net-zero até 2050. A Deloitte faz parte da campanha Business Ambition for 1,5°C e UNFCCC Race to Zero.

Vivemos um desafio global que exige medidas disruptivas e ambiciosas com vista a promover a neutralidade carbónica. A Deloitte partilha a ambição da Câmara do Porto, entendendo que as empresas desempenham um papel central neste caminho, que se deve fazer em conjunto com entidades públicas e privadas.

António Lagartixo
CEO / Managing Partner, 2022
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LIXO ELETRÓNICO – CONSCENSIALIZAÇÃO PARA A REDUÇÃO A existência de um pacto de clima que englobe várias entidades é a melhor atitude para sensibilizar e consciencializar que só há uma Terra.

Terra limpa é Planeta com futuro! A ESTEL – Escola Profissional de Tecnologia e Eletrónica para além das ações de promoção de Reciclar, Reutilizar e Reduzir, propõe, para a comunidade escolar, a realização de ações de sensibilização sobre a questão do “lixo eletrónico” tema que é caro para a nossa escola. 1. O que é o lixo eletrónico 2. Economia circular 3. O que diz a Lei do Clima (Decreto-Lei nº 152-D/2017) Propõe igualmente fazer um levantamento com classificação de tipo de lixo eletrónico que cada elemento da comunidade escolar tem em casa.

Fernando Gonçalves
Diretor
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As alterações climáticas são um dos maiores desafios da sociedade atual, uma vez que, provoca muitos impactos negativos sobre os ecossistemas, setores socioeconómicos, saúde humana e bem-estar. A transição para modelos económicos e comportamentos mais “verdes” requer uma consciencialização e novas competências para enfrentar estes desafios. Neste âmbito, a Ordem dos Engenheiros Técnicos – Secção Regional do Norte, compromete-se com a urgência da ação climática, procurando promover uma cultura resiliente e mais preparada dentro da sua organização, integrando medidas relacionadas com alterações climáticas na sua política, estratégias e planeamento.

As medidas organizacionais assumidas pela OET no âmbito das Ações Climáticas compreendem: 1. Processo de certificação energético do edifício; 2. Digitalização dos processos; 3. Ações de sensibilização colaboradores para a sustentabilidade dos recursos; 4. Promoção da sustentabilidade energética, nomeadamente com a substituição das luminárias de luz fluorescente para luminárias LED; 5. Aumento da eficiência energética do edifício com o isolamento térmico.

O caminho para a resiliência da Ordem dos Engenheiros Técnicos.

Sequeira Correia
Presidente
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A mudança climática exige uma ação coletiva, simultânea e integrada de toda a sociedade. O CHUSJ possui consciência ativa do impacto na sociedade, pelo que tem realizado importantes contributos através de ações como: • Parque de bicicletas e bicicletas elétricas para os profissionais; • Carros elétricos para a equipa de Hospitalização Domiciliária; • Redução do consumo de papel através da digitalização/desmaterialização dos processos; • Utilização de equipamentos reutilizáveis de proteção individual; • Promoção do consumo de água da rede pública; • Gestão Técnica Centralizada da climatização, iluminação e monitorização elétrica do edifício hospitalar; • Central de trigeração a gás natural e recuperação térmica através de chillers de absorção, permitindo produção de água gelada, água quente e vapor; • Substituição das coberturas com elevado índice de isolamento térmico; • Substituição de caixilharias com sistema de vidro duplo e corte térmico; • Instalação de sistemas de baixo consumo energético; • Instalação de sistema de iluminação com gestão integrada de energia; • Aplicação de painéis fotovoltaicos; • Promoção da mobilidade sustentável através de minibus elétricos. Perspetivamos que, com o compromisso assumido, no domínio da saúde, consigamos contribuir para a causa comum da Cidade do Porto, a sustentabilidade do planeta.

O maior desafio para a saúde são as alterações climáticas.

Fernando Araújo
Presidente do Conselho de Administração
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No ano em que se comemora o cinquentenário da Conferência sobre o Meio Ambiente organizada pela ONU em Estocolmo, as questões ambientais, em que avulta o problema das alterações climáticas, revestem-se de uma importância decisiva para o futuro da humanidade. No contexto dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e das suas metas, a Fundação Manuel António da Mota inscreve nos seus princípios constitutivos preocupações de natureza ambiental, materializadas na sua política e práticas de gestão racional da água, minimização dos custos energéticos, recurso a formas de mobilidade sustentável, redução e reutilização de resíduos, adesão a práticas de economia circular e regenerativa. Através dos seus programas, projetos e parcerias com o setor da economia social, mormente por via do Prémio Manuel António da Mota, a Fundação estimula e valoriza a adoção das melhoras práticas de gestão ambiental das organizações, apoiando a sua concretização.

A Fundação Manuel António da Mota subscreve o Pacto do Porto para o Clima porque acredita que o futuro das cidades está na sua sustentabilidade, numa demanda permanente pela harmonia e o equilíbrio entre a qualidade de vida humana e a preservação da casa comum da humanidade, a Terra que habitamos.

Rui Pedroto
Presidente da Comissão Executiva
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A FEUP encontra-se fortemente empenhada em contribuir para os ODS, em especial no que se refere às alterações climáticas, com muitas iniciativas: • Instalação de painéis fotovoltaicos com a 1º fase cobrindo já cerca de 10% do consumo em 2021; • Implementação de medidas de eficiência energética, com toda a iluminação LED, interna e externa, em 2022; • Promoção da mobilidade mais sustentável, em especial sensibilizando para o uso da bicicleta; • Introdução nas máquinas de vendas de bebidas da opção ‘sem copo’ a preço reduzido, para reduzir consumos, em particular de plástico; • Instalação de carregadores para bicicletas e automóveis elétricos; • Organização de eventos “Repair Café” para reparação de pequenos equipamentos domésticos; • Dinamização de hortas biológicas em parceria com a Misericórdia do Porto; No contexto da atividade de Educação realça-se o projeto EDS@FEUP - Educação para o Desenvolvimento Sustentável na FEUP – iniciado em 2022 e com duração de 3 anos visando alterar as unidades curriculares para dotar os estudantes de competências que lhes permitam atividades profissionais e pessoais orientadas pelos ODS. De referir ainda o importante papel dos projetos de investigação e inovação relacionados com os ODS, em parcerias com organizações externas.

A FEUP está alinhada com o Pacto do Porto para o Clima, instrumento fundamental para reforçar o nosso compromisso no combate às alterações climáticas. As sinergias com origem neste Pacto irão permitir ao Porto atingir a neutralidade carbónica. A FEUP assume os objetivos do Pacto nas suas atividades de Educação, Investigação e Inovação, e também na Gestão.

João Falcão e Cunha
Diretor
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O Porto de Leixões iniciou o Roadmap para a transição energética e descarbonização da atividade, que o levará a alcançar a neutralidade carbónica e a autossuficiência energética em 2035, 15 anos mais cedo do que o previsto no European Green Deal. O futuro passa por portos mais tecnológicos, digitais e sustentáveis e Leixões pretende constituir-se como um porto de referência no sul da Europa.

APDL associa-se ao Pacto do Porto para o Clima, reforçando o seu compromisso da descarbonização, a transição energética e a digitalização do negócio.

Nuno Araújo
Presidente do Conselho de Administração
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A Critical Software, antes de ser uma empresa é uma comunidade. Uma comunidade de pessoas que contribuem ativamente para tornar o nosso planeta melhor, mais seguro e também mais sustentável. Materializamos o conceito de empresa cidadã, através das nossas ações, com o intuito de agir e influenciar positivamente, não só a nossa comunidade, mas também as comunidades que nos rodeiam. Só em conjunto é possível atingir os desafios que o futuro nos coloca. Temos uma estratégia de sustentabilidade estruturada, abrangente, ambiciosa, com um conjunto de políticas, medidas e iniciativas, que envolvem todas as áreas da nossa organização, que no seu conjunto, contribuem para a redução do impacto ambiental e para a defesa do nosso meio ambiente. Entre as várias medidas referentes à ação climática, destaque para o programa contínuo “GoGreen”, que agrega uma série de medidas concretas, relativas aos nossos edifícios, onde se inclui naturalmente o nosso escritório, no centro histórico do Porto. A ambição de tornar o nosso mundo melhor, diversifica-se em medidas desde a energia, a água, os resíduos, o consumo, até à formação. Todas nos permitem contribuir como um agente ativo, na defesa e sustentabilidade no nosso planeta.

Ente estas medidas, estão por ex: o processo de reciclagem implementado; a instalação de redutores de caudal para redução do consumo de água; a eliminação do consumo de plástico; os sensores de ocupação para otimização da utilização de luz; a instalação de iluminação LED; a divulgação de artigos de sensibilização ecológica; o fornecimento de energia 100% renovável nos nossos edifícios; a instalação de painéis solares e a redução do consumo de papel. São alguns exemplos medidas no âmbito da ação climática que temos implementadas.

O propósito da Critical é contribuir para a construção de um mundo melhor e mais seguro. Enquanto empresa cidadã que quer ser, e empresa B Corp que já é, a Critical Software persegue um caminho ambicioso nos três pilares que definem Sustentabilidade: o económico, o social, e o ambiental. É por isso com enorme entusiasmo que subscrevemos o Pacto para o Clima do Município do Porto, e que nos juntamos a tantos outros para que também no que toca ao ambiente e ao combate das alterações climáticas o Porto possa ser um exemplo maior.

Gonçalo Quadros
Chairman, 2022
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OCA Hotels sustentável. O OCA Porto Oriental tem certificado energético "A" e pontos de carga para carros elétricos. Na OCA Flores Hotel Boutique e OCA Vitória Village reduzimos o ano 34.804 kg em emissões de CO2 e 60% os consumo elétrico e de água, com a instalação de iluminação led, climatizadores, válvulas termostáticas e bombas duplas elétricas, economizadores casas de banho e eliminando as caldeiras de gás.

Na OCA Hotels a proteção do meio ambiente e a reposição de nossa pegada no planeta faz parte de nossa missão, visão e valores, por isso subscrevemos com orgulho e participaremos de forma ativa no Pacto do Porto para o Clima promovido pela Câmara do Porto.

Ramón Braña
Director Geral
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O Centro Hospitalar Universitário do Porto, CHUPorto, tem como um dos seus propósitos estratégicos, a mudança cultural para a inovação e sustentabilidade ambiental na área da ação climática e economia circular. Estamos cientes de que, estando sediados no centro da cidade do Porto e sendo um dos seus maiores empregadores, a nossa responsabilidade ambiental e social é ainda maior. São prova deste investimento concreto as seguintes ações implementadas e a implementar:
• Aposta em projetos de Telesaúde, Serviços Digitais e Hospitalização Domiciliária que evitem deslocações desnecessárias dos utentes às nossas unidades;
• Consciencialização da comunidade CHUPorto através da introdução de gamificação na nossa APP CHUPorto, nomeadamente de métricas relacionadas com a redução da emissão de CO2 a cada interação digital dos utentes;
• Medidas de economia circular: reutilização dos Equipamentos de Proteção Individual, nomeadamente batas que, no final de vida útil são submetidas a trituração que dá origem a um resíduo que será valorizado;
• Medidas de eficiência energética: sistema fotovoltaico com mais de 2100 painéis, substituição da luminária para tecnologia LED, substituição dos chillers, reabilitação de coberturas exteriores,… - redução de 1650 TonCO2;
• Otimização do sistema hídrico, reduzindo o consumo de água em 821 m3/ano, e permitindo a redução de cerca de 190 TonCO2;
• Controlo, dispensação automática e reutilização de fardas e roupa geral: redução de 8470 TonCo2 e redução de 26.400 m3/ano de água;
• Medidas de mobilidade sustentável: Reforço do parque coberto de bicicletas, promovendo e facilitando a utilizando deste meio de transporte por parte das nossas Pessoas, substituição de parte da frota por veículos elétricos e colocação de posto de carregamento para veículos elétricos.

O Centro Hospitalar Universitário do Porto associa-se assim a este Pacto reforçando a nossa intenção genuína em contribuir para uma melhor sustentabilidade e qualidade de vida na cidade do Porto.

Paulo Barbosa
Presidente do Conselho de Administração, 2022
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Na Endesa estamos cientes do desafio que nosso planeta enfrenta para conter o aquecimento global. Estamos comprometidos com um modelo de negócios sustentável que integre o combate às mudanças climáticas como prioridade para criar valor a longo prazo. Imersos na transição para um modelo energético sem emissões, promovendo a descarbonização dos sistemas de geração de energia e, ao mesmo tempo, contribuindo para a descarbonização de outros setores através da eletrificação da procura energética.

A assinatura da Endesa com o Pacto do Porto para o Clima, reforça o nosso compromisso rumo a um modelo de negócio mais sustentável. Estamos conscientes que o poder local, as cidades, têm uma responsabilidade central na implementação do enorme conjunto de medidas necessárias às mudanças desejadas.

Nuno Ribeiro da Silva
Presidente da Endesa Portugal
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São diversas as iniciativas que o Tribunal Judicial da Comarca do Porto tem vindo a implementar, de forma a elevar os níveis de eficiência energética e as boas práticas ambientais. A nível interno, prossegue a intervenção gradual na envolvente opaca e envidraçada dos edifícios, promovendo o isolamento térmico, a intervenção nos sistemas de iluminação, mediante a instalação de lâmpadas LED, a intervenção nos sistemas de ventilação, com a substituição gradual por equipamentos mais eficientes, a desmaterialização processual, a sensibilização para a impressão em frente e verso e em modo económico. Na utilização da frota automóvel, é dada preferência à utilização de veículos elétricos e otimizados os trajetos. De forma a reduzir a utilização dos ascensores, foi introduzido o programa “Vá pelas escadas”, da DGS. Na gestão de resíduos, foi implementado o sistema de separação dedicada de plástico, papel e indiferenciados, com a colaboração dos serviços intermunicipalizados de gestão de resíduos, realizadas ações de sensibilização e instaladas infraestruturas de separação seletiva nos locais de trabalho. A destruição confidencial de papel é realizada por entidade autorizada e os resíduos devidamente encaminhados. Os tinteiros e as pilhas são, igualmente, reciclados. É remetido aos fornecedores e prestadores de serviços documento de boas práticas para gestão dos resíduos produzidos.

Reconhecendo a relevância do Pacto do Porto para o Clima, o Tribunal Judicial da Comarca do Porto, ao subscrever este compromisso, manifesta de forma clara o seu empenho na melhoria da eficiência energética, da utilização de energias renováveis, da eficiência hídrica e na intervenção nos sistemas de climatização, que são os pilares norteadores do processo de melhoria contínua do desempenho ambiental e de sustentabilidade para o futuro.

Ausenda Gonçalves
Juíza Desembargadora, Presidente do Tribunal Judicial da Comarca do Porto
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A MUBi – Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta tem como missão ajudar a criar condições para que qualquer pessoa possa utilizar a bicicleta de forma fácil, agradável, eficiente e segura. O uso de bicicleta como meio de transporte urbano permite reduzir as emissões de poluentes e de gases de efeito de estufa, permitindo ainda poupar tempo, espaço e recursos económicos.

Assinámos o Pacto do Clima porque acreditamos na colaboração entre poderes públicos e sociedade civil, única via para a efetiva mudança de práticas em prol do desenvolvimento sustentável, bem como para democratização das políticas públicas.

Vera Diogo
Dirigente, 2022
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O Maison Albar Hotels Le Monumental Palace reconhece a importância de preservar o planeta e adotar medidas que tornem a nossa propriedade mais amiga do ambiente. Para nós, a hotelaria de luxo pode e é responsável por criar condições que diminuam o impacto das viagens. Para isso, desenvolvemos um programa de sustentabilidade assente nas seguintes medidas:
• Consciencialização dos nossos colaboradores para a importância da reciclagem e separação correta de todos os resíduos;
• Sensores de luz e água que permitam uma redução dos consumos;
• Redutores de caudal nos chuveiros; • Plano de eficiência energética por todo o hotel;
• Opção de reutilização das toalhas de banho;
• Utilização de ingredientes biológicos e de produtores locais nos nossos restaurantes;
• Política rígida para o desperdício alimentar;
• Carregadores elétricos disponíveis na garagem do hotel.

O Maison Albar Hotels Le Monumental Palace subscreve o Pacto do Porto para o Clima uma vez que considera este passo fundamental no seu posicionamento. É através da consciencialização de todos e de medidas concretas que conseguiremos salvaguardar o nosso futuro e o das gerações vindouras.

Manuel Santos
Diretor Geral
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A Mota Engil Renewing é a mais recente empresa da multinacional Mota Engil, fundada em 2019, como uma cleantech, com a missão de Acelerar a Transição Energética e Descarbonização dos grandes centros urbanos, das empresas e da indústria e neste contexto subscreve o Pacto do Porto para o Clima, comprometendo-se como um agente ativo, junto da cidade, na promoção desta jornada de sustentabilidade e neutralidade carbónica.

Na Mota Engil Renewing desenvolvemos e exploramos novos modelos de negócio nas áreas da energia, mobilidade elétrica e de novas soluções de mobilidade, assim como de novas formas de habitar as cidades, que permitem responder aos atuais desafios com que estamos todos confrontados - alterar o paradigma de consumo e de desenvolvimento económico, para modelos mais sustentáveis, respeitando aquilo que são os recursos escassos, não renováveis e os limites físicos do planeta.

Com uma relação forte com o Porto, o grupo Mota Engil, através da sua empresa Mota Engil Renewing, tem desenvolvido projetos inovadores na cidade que têm contribuído para a promoção da transição energética do seu ecossistema urbano.

De referir que o grupo Mota Engil é também subscritor deste Pacto, e tem na sustentabilidade, o eixo central da sua estratégia de desenvolvimento, estando alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e tendo como missão atingir a neutralidade carbónica ate 2050.

Estamos empenhados e pretendemos continuar a contribuir para essa transformação positiva, colocando ao dispor da cidade o nosso know - how, apoiando os vários atores a alcançar e antecipar as suas metas locais e regionais de descarbonização e neutralidade carbónica.

Luís Castanheira
CEO da Mota Engil Renewing
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O compromisso de BIAL com o Ambiente remonta a 2001, aquando da certificação do seu Sistema de Gestão Ambiental. Entre as ações concretizadas ao longo dos anos destaca-se a adesão e cumprimentos dos princípios do Global Compact, a definição de uma meta de resíduos recicláveis de 70% - alcançada em 2021 -, a instalação de painéis fotovoltaicos, a energia elétrica de fonte renovável, a transição da frota para veículos elétricos/ híbridos e a disponibilização de um número crescente de postos de carregamento nas nossas instalações. A missão de BIAL é encontrar, desenvolver e fornecer soluções terapêuticas na área da saúde e queremos cumpri-la sem comprometer as gerações futuras.

A assinatura do Pacto do Porto para o Clima traduz aquele que é o nosso compromisso face às alterações climáticas: a incorporação da sustentabilidade e a proteção do Ambiente na gestão do negócio e das nossas operações. É urgente uma ação coletiva e transformadora para proteger o planeta e para que possamos deixar um mundo melhor para as gerações futuras. Todos somos chamados a contribuir.

António Portela
CEO
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Para a BA a sustentabilidade começa no nosso produto, o vidro, que é produzido a partir de matérias-primas naturais, é um material permanente, inerte e reutilizável, e por isso mesmo sustentável. As embalagens de vidro não perdem as suas propriedades intrínsecas mesmo que recicladas infinitas vezes, garantindo a conservação segura dos alimentos e bebidas e preservando a saúde dos consumidores. O vidro não se altera quando reciclado e as características dos alimentos, tais como sabor, nutrientes, cor e odor são preservadas. A aposta da empresa numa política sustentável com vista à preservação ambiental traduz-se em iniciativas como a assinatura do The Porto Protocol, o compromisso com o Science-Based Targets (SBTi), e com o CDP (Carbon Disclosure Project). A ambição de tornar a BA numa empresa com pegada zero, requer uma disrupção tecnológica no processo de produção de embalagens de vidro, pelo que temos vindo a apostar no desenvolvimento de novos processos e/ou tecnologias, nomeadamente a instalação de parques fotovoltaicos nas fábricas de Villafranca de los Barros, Avintes e Plovdiv. Como resultado destas inciativas e de diversas ações internas que temos vindo a desenvolver, a BA Glass recebeu, pelo terceiro ano consecutivo, o prémio de "A Empresa Mais Sustentável na Indústria Vidreira", pela World Finance Magazine. 2022 foi decretado pelas Nações Unidas como o Ano Internacional do Vidro, um ano em que celebramos a importância do vidro nas nossas vidas. Ao escolhermos embalagens de vidro estamos a proteger a saúde dos indivíduos e da sociedade, bem como a do planeta. O caminho que temos vindo a desenvolver em prol da sustentabilidade, faz-nos acreditar, enquanto empresa, que estamos a criar um novo futuro, cheio de oportunidades para as novas gerações, nunca negligenciando o nosso compromisso com a sustentabilidade do planeta.

Ao subscrever o Pacto do Porto para o Clima estamos a dar mais um importante passo no caminho da sustentabilidade. Acreditamos que podemos criar um futuro melhor para as próximas gerações e contribuir para a adoção de medidas coletivas que irão impulsionar novos comportamentos sustentáveis.

Sandra Santos
CEO
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O El Corte Inglés tem trabalhado, ao longo dos anos, para tornar a sua atividade mais sustentável, minimizando o impacto para o ambiente através de ações que começam na produção, cada vez mais responsável, e que vão até à melhoria de gestão de resíduos, tendo já obtido a certificação Resíduo Zero nos seus centros e plataformas logísticas. O El Corte Inglés reduziu as emissões de carbono, promove a utilização de meios de transporte menos poluentes tanto junto dos clientes como dos colaboradores e, até mesmo, nas suas entregas. O El Corte Inglés implementou um sistema que permite uma melhor gestão do consumo de água, mudou as suas lâmpadas para Leds, desenvolve várias campanhas de promoção de marcas portuguesas e de compra local, dispõe de vários lugares de estacionamento para veículos elétricos e bicicletas, promove o uso de bicicletas através de campanhas atrativas, entre outras iniciativas.

O El Corte Inglés subscreve o Pacto do Porto para o Clima reafirmando, assim, o seu compromisso de tornar a sua atividade mais sustentável, através da redução da sua pegada ecológica e das emissões de CO2, procurando minimizar o impacto ambiental nas cidades onde se insere. Estamos “Em Movimento pela Sustentabilidade” e, sabemos que, juntos, com outros parceiros e entidades públicas, cumpriremos os objetivos que desenhámos para honrar o nosso compromisso com a sociedade e com o ambiente.

Enrique Hidalgo
Diretor-geral do El Corte Inglés Portugal
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A UPTEC está comprometida com os princípios de sustentabilidade e com o combate às alterações climáticas. No âmbito da sua missão de promoção do empreendedorismo, a UPTEC tem promovido o crescimento de startups dedicadas ao desenvolvimento de soluções inovadores para a construção de sociedades mais sustentáveis. Além disso, a UPTEC tem coorganizado, com a LIPOR, Smart Waste Portugal e Pacto Português para os Plásticos, o Climatelaunchpad, a maior competição de ideias de negócio cleantech do mundo. O compromisso com comportamentos ambientalmente mais sustentáveis verifica-se, também, na implementação do projeto Dose Certa (redução do desperdício alimentar), e no acolhimento das iniciativas de distribuição de alimentos locais da AMAP. Com intuito de incentivar as empresas a adotarem hábitos de reciclagem, colocamos ecopontos nos escritórios e nos espaços comuns dos edifícios. A reciclagem de material elétrico e eletrónico é, também, uma preocupação da UPTEC e, por isso, somos parceiros de recolha da ERP Portugal e da Recycle Geeks, iniciativa que repara computadores em fim de vida para revenda, com doação dos lucros a IPSSs.

É com muito honra que a UPTEC subscreve este Pacto e se compromete a contribuir para a dinamização de iniciativas no combate às alterações climáticas. Enquanto berço de inovação, acreditamos que a resposta a este desafio pode também surgir de novas soluções de economia circular, cleantech ou mobilidade sustentável, como as que fazem parte da comunidade da UPTEC.

Joana Resende
Presidente da UPTEC
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Sempre que possível utilizar os transportes públicos nas deslocações Iluminação mais eficiente Evitar impressão desnecessária de documentos Diminuir amplitude térmica do ar condicionado Participar em ações de sensibilização e de luta contra as alterações climáticas Campanha de sensibilização dos associados para as alterações climáticas Divulgação da assinatura do Pacto do Porto para o Clima

O Sindicato dos Trabalhadores da Saúde, Solidariedade e Segurança Social, inclui, há vários anos, nos seus planos anuais e participa em iniciativas relativas ao Combate às Alterações Climáticas, por isso saúda o Pacto do Porto para o Clima, e o assina.

Joaquim Espírito Santo
Coordenador
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(em breve)

O que os nossos subscritores estão a fazer.

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Quando o tema é a neutralidade carbónica, sabemos ser irrelevante assumir compromissos se o objetivo último não for para cumprir. Assim, neste espaço iremos brevemente oferecer algumas recomendações e ficheiros-modelo para sistematizar os seus planos e resultados e aferir o seu grau de cumprimento das suas metas e ações.

Deste modo, poderá realizar a sua autoavaliação e comunicar os seus resultados e aprendizagens.

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